Política de EAD

Para a FACVEST, a EAD é uma prática educativa e como tal considera esta realidade e compromete-se com os processos de libertação do homem em direção a uma sociedade mais justa, solidária e igualitária.  É uma prática mediatizada, em que faz recurso à tecnologia, entendida como “um processo lógico de planejamento, como um modo de pensar os currículos, os métodos, os procedimentos, a avaliação, os meios, na busca de tornar possível o ato educativo” (MAROTO, 1995). Possui, pois, uma organização de apoio institucional e uma mediação pedagógica que garantem as condições necessárias à efetivação do ato educativo.

A mediação pedagógica na educação à distância se faz pela relação professor e aluno e pelo material didático. Se por um lado à educação à distância tem como premissa o autoaprendizado, por outro lado, o aluno necessita do professor para atender as suas solicitações, de modo a orientar o aluno para que ele supere suas dificuldades. Assim sendo, a interação professor e aluno são de extrema importância no processo ensino e aprendizagem à distância.
Os recursos tecnológicos como mediadores pedagógicos revelam-se importantes e benéficos para o aprendizado do aluno. A tecnologia ocupa um lugar importante na educação, mostra-se um meio riquíssimo de difusão de conhecimentos e informações, além de propiciar a construção de uma teia de relações que favorecem sobremaneira a comunicação interativa no processo educativo, promovendo a construção compartilhada de conhecimentos.

A educação a distância proposta pela FACVEST visa ser um agente social compromissado com a democratização do conhecimento e com o surgimento de sistemas educacionais mais abertos, flexíveis e ágeis. Seus resultados dentro desta linha de pensamento são firmados pela qualidade do serviço educacional proposto.
Os instrumentos mediadores da aprendizagem que a FACVEST aplicará em seus cursos serão os materiais impressos e as tecnologias disponíveis no ambiente virtual de aprendizagem. Eles favorecem o desenvolvimento das capacidades de abstração e reflexão sobre a atividade realizada. Assim, não basta que o aluno execute com exatidão uma atividade do domínio teórico ou um processo de trabalho. Ele só vai avançar se for capaz de, conscientemente, justificar e explicar seu próprio procedimento.

Nos encontros presenciais, o procedimento a ser adotado prevê a entrega de um boletim de informação a todos os estudantes do curso no início de cada período letivo. Esse boletim conterá informações sobre horas, datas e programas correspondentes aos encontros presenciais com professores tutores. Além dos encontros, o boletim trará o calendário de encontros semanais entre os estudantes e os tutores. A cada disciplina nos dois primeiros anos do curso corresponderão a um encontro semanal de quatro horas de duração com tutores, num horário compreendido entre 18h e 22h.

No sistema de EAD o tutor tem um papel fundamental, pois é através dele que se garante a inter-relação personalizada e contínua do cursista no sistema e se viabiliza uma articulação entre os elementos do processo, necessária à consecução dos objetivos propostos. Por isso, busca construir seu modelo tutorial que atenda às especificidades regionais e aos programas e cursos propostos, incorporando as novas tecnologias. Mas, o que caracteriza e diferencia a figura do tutor é fundamentalmente a concepção manifestada quanto à sua função dentro do sistema de EAD. Nas práticas implementadas, aparentemente não são percebidas grandes diferenças, pois, na estrutura do sistema, a tutoria é posta nas instâncias de mediação entre o estudante, o material didático e o professor, na busca de uma comunicação cada vez mais ativa e personalizada, respeitando-se a autonomia da aprendizagem. Para preencher adequadamente seu papel na FACVEST o tutor deve possuir previamente certo número de qualidades, de capacidades ou aptidões. Isso devido à importância e à posição que ocupa dentro de um sistema que compreende a EAD como sendo uma prática educativa, situada e mediatizada.