Avaliação Institucional


Download do Relatório CPA 2011

Os objetivos da avaliação institucional da FACVEST são o de:

  • Contribuir para a formulação de diretrizes para as políticas públicas de educação superior, propugnadas pelo INEP/MEC, visando a melhoria da qualidade da formação, da produção de conhecimento e da extensão;
  • Subsidiar a tomada de decisões de curto, médio e longo prazos da FACVEST, consubstanciadas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e no Plano de Ação da FACVEST, que orientem a gestão institucional;
  • Subsidiar a construção permanente, por ser extremamente dinâmico, do Projeto Pedagógico Institucional (PPI).

 

Metodologia


A construção de políticas públicas de educação, bem como a formulação de um projeto pedagógico e um plano de desenvolvimento institucionais, mesmo de voltado à instituições privadas, exige a participação ativa da comunidade acadêmica – gestores, professores, estudantes e funcionários –, da sociedade como um todo e o Estado.

Isto impõe um método de avaliação da FACVEST, objeto desta avaliação, que considere a participação e contribuição dos diferentes atores sociais, contrapondo-se às avaliações feitas em gabinetes. Do mesmo modo, exige instrumentos de coleta de dados em consonâncias com o perfil de cada ator social, utilizando-se tanto de dados quantitativos, quanto qualitativos sobre cada dimensão avaliativa.

Tal procedimento significa criar mecanismos que possibilitem a participação dos diversos agentes nas várias etapas do processo, desde a formulação do Projeto de Avaliação Institucional, passando pela organização, análise e interpretação dos dados, pela meta-avaliação, até a elaboração do Plano de Ação, visando corrigir os desvios, aperfeiçoar e ampliar o Projeto Pedagógico e o Plano de Desenvolvimento Institucionais.

Dito isto, a avaliação institucional deve abranger as dez dimensões sugeridas pelas diretrizes do INEP/MEC, conforme Lei 10.861, de 14 de abril de 2004, a saber:

  • 1. A missão e o plano de desenvolvimento institucional (PDI) – identifica o projeto e/ou missão institucional, em termos de finalidade, compromissos, vocação e inserção regional e/ou nacional.
  • 2. A política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo ao desenvolvimento do ensino, à produção acadêmica e das atividades de extensão – explicita as políticas de formação acadêmico-científica, profissional e cidadã; de construção e disseminação do conhecimento; de articulação interna, que favorece a iniciação científica e profissional de estudantes, os grupos de pesquisa e o desenvolvimento de projetos de extensão.
  • 3. A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural – contempla o compromisso social da instituição enquanto portadora da educação como bem público e expressão da sociedade democrática e pluricultural, de respeito pela diferença e de solidariedade, independente da configuração jurídica da IES.
  • 4. A comunicação com a sociedade – identifica as formas de aproximação efetiva entre IES e sociedade, de tal sorte que a comunidade participe ativamente da vida da acadêmica, bem como a IES se comprometa efetivamente com a melhoria das condições de vida da comunidade, ao repartir com ela o saber que produz e as informações que detém.
  • 5. As políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho – explicita as políticas e os programas de formação, aperfeiçoamento e capacitação do pessoal docente e técnico-administrativo, associando-os com planos de carreira condizentes com a magnitude das tarefas a serem desenvolvidas e com condições objetivas de trabalho.
  • 6. Organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e a representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade acadêmica nos processos decisórios – avalia os meios de gestão para cumprir os objetivos e projetos institucionais, a qualidade da gestão democrática, em especial nos órgãos colegiados, as relações de poder entre estruturas acadêmicas e administrativas e a participação nas políticas de desenvolvimento e expansão institucional.
  • 7. Infra-estrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação – analisa a infra-estrutura da instituição, relacionando-a com as atividades acadêmicas de formação, de produção e disseminação de conhecimentos e com as finalidades próprias da IES.
  • 8. Planejamento e avaliação, especialmente dos processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional – considera o planejamento e a avaliação como instrumentos integrados, elementos de um mesmo continuum, partícipes do processo de gestão da educação superior. Esta dimensão está na confluência da avaliação como processo centrado no presente e no futuro institucional, a partir do balanço de fragilidades, potencialidades e vocação institucionais.
  • 9. Políticas de atendimento aos estudantes – analisa as formas com que os estudantes estão sendo integrados à vida acadêmica e os programas através do quais a IES busca atender aos princípios inerentes à qualidade de vida estudantil.
  • 10. Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior – avalia a capacidade de gestão e administração do orçamento e as políticas e estratégias de gestão acadêmica com vistas à eficácia na utilização e na obtenção dos recursos financeiros necessários ao cumprimento das metas e das prioridades estabelecidas.

 

A Comissão Própria de Avaliação (CPA)


Para conduzir todo o processo avaliativo, a FACVEST instituiu sua Comissão Própria de Avaliação (CPA), pelo Ato Administrativo nº 01, de 08/03/04, cujos objetivos e atribuições são as seguintes:

  • I - zelar pelo cumprimento deste Regulamento;
  • II - deliberar sobre as questões gerais que dizem respeito à avaliação institucional;
  • III - reunir-se, ordinariamente, uma vez por mês;
  • IV - elaborar e reelaborar os projetos de avaliação institucional;
  • V - organizar, processar e elaborar relatórios das avaliações, assim como providenciar sua publicação;
  • VI - executar e fazer com que seja implementado o Programa de Avaliação Institucional;
  • VII - providenciar a prestação de contas à SESu/MEC e/ou a outras entidades envolvidas nos projetos e no Programa de Avaliação Institucional;
  • VIII - proceder a meta-avaliação do Programa de Avaliação Institucional.

 
Sua composição neste primeiro mandato ficou assim definida:

  • 1(um) presidente, nomeado pelo Diretor Geral;
  • 1(um) vice-presidente, nomeado pelo Diretor Geral;
  • 1(um) representante da área de ensino, indicado pelo Conselho Acadêmico;
  • 1(um) representante da área de extensão, indicado pela Coordenadoria  de  Pesquisa e Extensão;
  • 1(um) representante das áreas de pesquisa e de pós-graduação, indicado pelo Conselho Acadêmico;
  • 1(um) representante da área de administração, indicado pelo Conselho de Administração Superior;
  • 2(dois) representantes da comunidade estudantil, indicado pelo Diretório Central de Estudantes - DCE.
  • 2(dois) representantes da comunidade, indicado pelos órgãos de classe.